Janamô é uma multiartista e pesquisadora com 30 anos de trajetória, atuando como cantora, atriz e fundadora do centro cultural Kazamô QTU, um quilombo urbano contemporâneo em Belo Horizonte, Com passagens pela TV Globo e prêmios como o "Novos Bambas do Velho Samba", sua arte funde performance e estudos em africologia, utilizando a filosofia "Ka" para conectar ancestralidade e criação vital. Essa base intelectual sustenta seu objetivo de construir narrativas de poder, prosperidade e autonomia para a comunidade negra.
O eixo central de sua produção atual é o álbum Código Ancestral, que opera sob o lema "o futuro é retorno", tratando saberes ancestrais como tecnologia de vanguarda. Desenvolvido no formato colaborativo de "aldeia" com os músicos Myro Rizoma e Brandú, o projeto estreou no Festival Giro 2025 e destaca faixas como "Cabelos" e "Odoyá". A obra propõe desmantelar códigos mentais coloniais, unindo música e ciência para projetar futuros possíveis.
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